Vitoru Kinjo: músico se apresenta no Teatro da Rotina com seu disco de estreia “Kinjo”

No dia 22 de julho Vitoru Kinjo faz o show de pré-lançamento do disco Kinjo, no Teatro da Rotina, em São Paulo. Celebrando a diversidade musical característica do universo de Vitoru, o show será na formação quarteto com Guilherme Kafé (violão e voz), Fernando Sagawa (sopros), Ivan Banho (percussões) e Vitoru Kinjo (voz e violão). Na ocasião, ainda estão confirmadas as participações especiais de Eduardo Colombo (voz) e Ivan Gomes (baixo acústico) – que é um dos produtores musicais do disco. Além do repertório de Kinjo, também entram no setlist faixas como: “O Rouxinol”, de Gilberto Gil e Jorge Mautner, e “Disseram que eu Voltei Americanizada”, consagrada na voz de Carmen Miranda.

Vitoru Kinjo é um cantor, compositor e pesquisador que traz na natureza rural-urbana de suas canções, a emoção e o espírito de um tropicalismo asiático-brasileiro, cheio de vida e poesia, são “dias de sol para levantar”.

O disco de estreia do cantor, KINJO, apresenta nove canções autorais, fruto de um processo criativo entre a música brasileira, os cantos ancestrais, o regional e o global, o rural e o urbano, e faz parte de uma pesquisa artística e socioantropológica realizada ao longo dos últimos 15 anos. O disco está nas plataformas de streaming e compra de música digital.

Trata-se do boi nipo-maranhense em São Paulo, folk com sotaque brasileiro, jongo pop, ciranda afro-asiática, ijexá, choro, baião e rock.  É, então, música que viaja e se mistura, que ressignifica corpos, vozes e identidades, chamada pelo cantor de regional diaspórico, um encontro da música popular brasileira com o Oriente e o mundo.

KINJO é movido por uma utopia musical e sociopessoal na busca de um bem viver comum. Ele parte da imaginação sobre nossas raízes, sempre transculturais, mas ligadas ao presente e ao passado do mundo e da terra, para uma música que seja ao mesmo tempo antropofagicamente ancestral e contemporânea. Somos todos irmãos, há dez mil anos atrás“, aponta Vitoru.

Concebido na SAMAUMA Residência Artística Rural, em meio à Mata Atlântica, e gravado em parceria com o selo Matraca Records/YB music e o Estúdio Lebuá, em São Paulo, KINJO tem produção musical de Ivan Banho e Ivan Gomes, e direção artística do próprio Vitoru.

O álbum foi pré-lançado no Japão, no final de 2016, no VI Worldwide Uchinanchu Festival, em Okinawa, com o show “Vitoru Kinjo e o Regional Diaspórico”.

KINJO conta com a sonoridade dos músicos Fernando Sagawa (sopros), Guilherme Kafe (violões), Ivan Banho (percussões), Ivan Gomes (baixos) e Moita Mattos (guitarras), além dos artistas convidados Eduardo Colombo (voz), Pedro Prado (bateria), Marina Beraldo (flauta e coro), Marco Rochael (clarone), Andre Fajersztajn (clarinete), Robin Gentien (guitarra), Tiago Viudes Barboza (voz poema e coro), Aline Fernandes (coro), Ana Flor de Carvalho (coro), Ariel Coelho (percussões) e participação especial da cantora moçambicana Lenna Bahule. A mixagem e masterização são de Leonardo Nakabayashi (Shina), do Estúdio Banzai.

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Serviço:
Vitoru KINJO Quarteto no Teatro da Rotina
Local: Teatro da Rotina.
Endereço: Rua Augusta, 912 – São Paulo.
Data: 22/07/2017.
Horário: abertura da casa às 20h e show às 21h.
Ingressos: R$ 40,00 (inteira – porta), R$ 20,00 + R$ 2,00 taxa de conveniência (meia entrada na compra online).
Compra online: https://www.meuingresso.com/vitoru-kinjo
Classificação Indicativa: Livre.
Capacidade: 50 lugares.
Evento no facebook:
https://www.facebook.com/events/1297840773674978/

Biografia Vitoru Kinjo
Nascido em São Paulo em 1984, Vitoru Kinjo começou cantando música japonesa na infância. Iniciado no piano aos sete anos, foi influenciado pela música brasileira, norte-americana e europeia da vitrola de seu pai e pelo universo pop da década de 90. Na juventude, estudou violão, piano e canto, compôs suas primeiras canções, morou fora e apresentou-se em festivais e encontros culturais. Bacharel em Ciências Sociais pela PUC-SP e em Economia pela USP, é mestre em Sociologia e doutor em Ciências Sociais pela UNICAMP, onde defendeu a tese “Cantos da Memória Diaspórica”.

Sua pesquisa, entre as Artes Performativas e as Ciências Sociais, resultou em diversos trabalhos que reúnem música, dança, teatro e artes visuais, como as performances NOMES, Spiro e Serenata (em que participou como artista convidado do Biloura Collective/Itália) e na fundação da SAMAUMA Residência Artística Rural, criada em 2015, no alto da Serra do Mar, município de Mogi das Cruzes.

O regional diaspórico nasce no encontro dessa longa pesquisa de Vitoru com os produtores Ivan Banho e Ivan Gomes. Com esse trabalho, Vitoru apresentou-se em diversos centros culturais do Brasil e do exterior. A faixa “Casas Asas” teve seu pré-lançamento em Paraty pela programação do SESC na FLIP 2016 e, em outubro do mesmo ano, o cantor viajou ao Japão para o pré-lançamento do disco no VI Worldwide Uchinanchu Festival(Okinawa/Japão). O lançamento digital ocorreu no dia 09 de junho de 2017.

Sobre a SAMAUMA – Residência Artística Rural
A SAMAUMA é uma residência rural de pesquisa, reflexão e ação nas artes, na ecologia, na vida. Localizada num sítio na Mata Atlântica da Serra do Mar, entre os distritos de Biritiba Ussu e Taiaçupeba/Mogi das Cruzes-SP, foi fundada no final de 2015 pelo artista e bioconstrutor Bhagavan David (RJ), o ator e produtor Eduardo Colombo (RS) e o músico e cientista social Victor K. (SP).

Sua missão é propor novos modos de existência pautados na ética da sustentabilidade, em suas diversas dimensões: artístico-espiritual, sociocultural, econômico-ecológica, político-existencial.

Sobre a Matraca Records
Baseada em São Paulo/SP, a Matraca Records realiza a produção musical e fonográfica de seus artistas, sendo responsável por todo o registro criativo – da gravação à masterização. Também atua como ferramenta de divulgação e núcleo gerenciador, promovendo eventos e orientando seus artistas sobre gestão musical.

Seus idealizadores Fernando Rischbieter, João Antunes e Pedro Vinci são profissionais formados nos lendários estúdios da YB, mesmo espaço onde são gravados os discos do selo. A Matraca Records é parceira do selo YB Music e trabalha em conjunto para buscar oportunidades de sincronização das músicas de seu catálogo em games, peças publicitárias, filmes e séries de TV.

Criado em 2016, o selo já lançou trabalhos de artistas como Stella-viva, Meia Dúzia de 3 ou 4, Vitoru Kinjo e YMA. Para 2017, estão programados os lançamentos dos discos de Porcas Borboletas, Lara Aufranc e Lê Coelho. Em comum, são artistas que trabalham com as mais diferentes facetas da música brasileira de maneira inventiva, soprando ares novos na cena paulistana.