Killing Yourself to Live: Ascensão e Significações do Heavy Metal na República Islâmica do Irã

O estudante de Relações Internacionais Gabriel Oliveira iniciou em 2010 um estudo que tem como foco as temáticas de cultura e heavy metal nos aspectos global e local. O resultado a monografia “Killing Yourself to Live: Ascensão e Significações do Heavy Metal na República Islâmica do Irã”, apresentada ao curso de Relações Internacionais do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH).

Da mesma forma que vários outros autores brasileiros dedicados ao chamado “metal acadêmico”, como Jeder Janotti, Claudia Azevedo e Cardoso Filho, Gabriel é um fã do estilo. E, tomando como premissa que seu conteúdo é do interesse dos demais headbangers, decidiu compartilhá-lo na internet. Segue o abstract do trabalho:

Resumo:

A proposta deste artigo é explorar as origens do sub-gênero do rock n’ roll conhecido como heavy metal, suas principais expressões e ideais como um movimento cultural e nesta ótica, compreender como se dá sua entrada no Irã pós-revolução de 1979, que proíbe expressões musicais ocidentalizadas no país. Com isto, objetiva-se entender o caráter que as composições adquirem pela lente dos artistas iranianos e as significações do estilo para os membros da comunidade formada em torno da música, em uma dinâmica dual entre esta parte da sociedade civil e o governo islâmico, embasada pelo arcabouço teórico pós-colonialista, que serve como base de análise compreensiva das motivações para a interferência e repressão estatal na matéria em estudo.

Palavras-chave: Heavy Metal. República Islâmica do Irã. Pós-Colonialismo. Música. História. Cultura. Identidade. Artes.

 

A monografia pode ser lida AQUI.